Grupo DG Sênior lança licenciamento com aporte de 50 milhões de Fundo de Investimento

Velhice digna é o propósito do negócio que tem expectativa de faturamento de 2,5 milhões por ano

Por Assessoria 06/01/2021 - 08:17 hs

Uma velhice digna foi o propósito que Genésia Mendes Peres, a Dona Gê, hoje com 73 anos, teve para dedicar a sua vida no cuidado ao outro. Em 1985, quando nem se falava de ILPIs (Instituições de Longa Permanência a Idosos), a jovem, ao lado da sua irmã caçula empreenderam e abriram uma casa de repouso.

35 anos depois, a mãe de Eduardo Peres e Fabio Peres, sócios-fundadores do Grupo DG Sênior, ganha como homenagem suas iniciais identificando o empreendimento que acaba de se tornar um modelo de licenciamento. Inovador, o perfil do negócio ganha força e eficiência com a população mundial envelhecendo cada vez mais, além de ter o diferencial de ser o único residencial projetado para atender cada indivíduo segmentando por nível de dependência e complexidade.

Neste licenciamento, o negócio ganhou novos sócios, Marcella dos Santos, especialista em gerontologia e gestão em enfermagem e Pedro Benedito Batista Junior, médico e especialista em gestão do mercado sênior e empreendedorismo. Além disso, um Fundo de Investimento realizou aporte inicial de 15 milhões de reais, que ao longo dos próximos cinco anos chegará no investimento total de 50 milhões. O novo modelo de negócio tem a expectativa de faturamento de 2,5 milhões de reais por ano.

O empreendedorismo de Dona Gê começa na busca de um lugar ideal para cuidar do pai, que perdeu a visão e estava doente necessitando de um acompanhamento médico mais próximo. Percebendo que sua lista de exigências não seria atendida por completo nos residenciais que visitou, ele vê ali a oportunidade de abrir seu próprio negócio. “Não existia nenhum lugar para idosos com conceito de casa e que oferecia junto os cuidados de profissionais especializados”, explica Dona Gê. “Fizemos um projeto dentro das nossas condições e com a missão de sempre buscar melhorias para receber idosos,” explica.

O residencial era administrado pelas irmãs em tempo integral, que desempenhavam todas as funções. “Durante um ano e meio, não tínhamos fim de semana, nem feriado. Nossas noites também eram dedicadas integralmente ao negócio e aos pacientes. Foi uma fase muito intensa de dedicação para tudo dar certo”, diz.

Essa dedicação era tamanha que o filho mais novo cresceu dentro do residencial. “Limpava a casa, ajudava na hora das refeições, além de entreter os residentes”, diz Eduardo Peres, que com toda essa convivência e experiência criou o próprio negócio, unindo-se com o irmão Fabio, anos após a mãe se afastar da sua atividade para cuidar da saúde do marido.

A primeira casa, Residencial Lina Residencial Sênior foi projetada para receber pacientes mais independentes que buscam companhia e atividades direcionadas para o convívio social e a manutenção da qualidade de vida (Grau 1). A segunda casa, Residencial Dona Gê, atende pessoas com comprometimento motor e cognitivo moderado (Grau 2). E a terceira, Rosa Residencial Sênior, é para aqueles que requerem alguns cuidados avançados (Grau 3).

Maringá, no Paraná, recebe a primeira casa licenciada e já está em andamento com as obras sendo concluídas este ano. A expectativa do grupo é a de expandir para mais 10 cidades no interior de São Paulo em 12 meses. “Buscamos cidades com mais de 300mil habitantes, onde a oferta de espaços para um envelhecimento saudável e cuidadoso é menor”, afirma Eduardo Peres.

A estimativa de investimento começa em 400 mil reais, valor que pode ser diluído em até 36 meses. As unidades do Grupo DG Sênior são projetadas e pensadas para que não haja união de patologias diferentes no mesmo ambiente, ganhando-se muito em qualidade de vida.

Dentro do investimento está considerado: reforma e obra civil, mobiliário, equipamentos hospitalares, equipamentos de segurança, infraestrutura e TI, marketing inicial e digital, treinamento/auditagem, rouparia, capital de giro, taxa de licenciamento e royalties.

“O grande diferencial é a possibilidade de crescimento progressivo. A rentabilidade que pode chegar a 35% e o retorno em até 12 meses. Outro grande ponto é que somos únicos neste modelo de negócio no Brasil. O licenciado pode ampliar gradativamente seu negócio, criando os 3 modelos de residenciais na sua cidade”, explica Eduardo.

 

Investimento

Taxa de Licenciamento a partir de: 60.000,00 (sessenta mil reais).

Royalties: 4% valor bruto/ mês.

Estimativa do investimento a partir: de 400.000,00

O investimento poderá ser diluído em até 36 meses.