Roupas oficiais dos atletas olímpicos em promoção

Apelo à diversidade e às cores das bandeiras foram presentes na moda olímpica

Por Assessoria 23/11/2021 - 21:25 hs

Este ano de 2021 representou um marco para aquele que é considerado o maior evento esportivo mundial: as Olimpíadas. Com atraso de um ano, em razão da pandemia de COVID-19, os Jogos Olímpicos foram realizados entre 23 de julho e 8 de agosto em Tóquio, no Japão.

                                                                                             

Para além das mudanças ocasionadas pela pandemia, outro aspecto que chamou muita atenção foi as roupas usadas pelos atletas. Comprar a roupa usada na cerimônia de abertura, por exemplo, tornou-se ainda mais possível com um cupom de desconto Wollner.

 

Hoje você vai conhecer as roupas usadas por algumas das seleções olímpicas, incluindo, é claro, o Brasil; quais as marcas por trás dos uniformes e as novas ideias ligadas às pautas ambiental e social.

Trajes olímpicos em pauta

Cada vez mais as marcas entendem a importância dos esportes como símbolo nacional. Não é à toa, portanto, que várias delas vêm utilizando dos uniformes usados por atletas de seus respectivos países para levar ao mundo o seu próprio design — ressaltando sempre a sua própria nacionalidade.

 

E muito disso tudo foi percebido nas roupas usadas pelos atletas olímpicos nos Jogos de Tóquio 2020, realizados neste ano. Confira os principais.

Libéria

Apesar de ter apenas cinco atletas em seu comitê olímpico, a Libéria é um dos países que mais ganhou destaque no quesito moda nestes Jogos. O motivo? A pessoa por trás dos uniformes usados. Trata-se de Telfar Clemens, estilista que lançou uma bolsa que estourou no ano passado.

 

Mas não é só isso: ele é filho de liberianos que fugiram da guerra civil que assolava o país em 1990. O convite para a criação dos uniformes, porém, veio do velocista Emmanuel Matadi (após o furor feito pela sua namorada com as bolsas criadas por Telfar). São quase 70 peças que devem estar disponíveis à venda pela grife.

Estados Unidos

Não é nenhuma novidade que o comitê norte-americano vista a marca Ralph Lauren. A tradição iniciada em 2008 é mantida até hoje e traz uma inspiração vinda dos uniformes usados pelos soldados da marinha: agasalho com gola azul-escuro e o restante da peça em branco.

 

A clássica logomarca e a bandeira dos EUA foram mantidas, mas a novidade é o material sustentável usado na confecção das roupas. As roupas de baixo (shapewear) ficaram por conta da Skims, marca lançada por Kim Kardashian em 2019.

Lacoste

Outra marca super clássica que também está há anos desfilando nas olimpíadas é a Lacoste. O detalhe curioso é que o seu fundador, René Lacoste, levou o bronze no torneio de duplas de tênis em 1924. Sim, antes de ser estilista, Lacoste era jogador de tênis, mas teve sua aposentadoria das quadras em razão de uma tuberculose.

 

Neste ano, o destaque da Lacoste é uma das tendências atuais: peças oversized. O casaco desse modelo usado pelos atletas apareceu no azul, no branco e no vermelho — cores da bandeira francesa — e faz referência a uma peça clássica do Japão: o kimono.

Armani

“Único e elegante”. Essa foi a definição do Comitê Olímpico Italiano para as roupas criadas pelo estilista Giorgio Armani. Além de peças como macacão e camiseta, a marca também foi responsável pela criação do icônico casaco usado pelos atletas italianos.

 

Trata-se de um modelo que une gráficos com representações nacionais e com uma homenagem ao Japão. No centro do casaco, há um círculo — em referência à bandeira japonesa — com as cores verde, branco e vermelho — resgatando a nacionalidade italiana.

Brasil

Por último, mas não menos importante, as roupas usadas pela seleção olímpica brasileira também deram o que falar. No nosso caso, os uniformes oficiais foram desenvolvidos com fibras com as clássicas cores da bandeira — verde, amarelo, azul e branco pela marca chinesa Peak Sports.

 

A Wollner foi responsável pelas peças usadas na cerimônia, com uma bela camisa que mistura a influência do Japão com características da cultura brasileira. Os trajes casuais ficaram por conta da Riachuelo, enquanto as Havaianas marcaram presença com suas sandálias icônicas.