Trabalho remoto: home office vs. Coworking

Por Assessoria 12/05/2021 - 12:33 hs

Na primeira parte desta história explicamos que o trabalho remoto já existia antes da pandemia, nada de novo foi descoberto a esse respeito. A novidade está no perfil das pessoas que agora estão teletrabalhando, já que os empregados foram adicionados, é aqui e como está afetando todos esses funcionários das empresas e das próprias corporações, onde vamos mergulhar um pouco nessa opção de trabalho remoto.

Esses novos iniciantes de teletrabalho, que nem sequer se atreveram a sonhar com essa mudança na forma como trabalham, de repente encontraram flexibilidade e conforto. Muitos, a maioria deles, estão tão felizes que nem querem voltar ao normal.

Eles vêem todas as vantagens:

  • Eu não tenho que viajar assim economizando tempo e dinheiro
  • Eu trabalho nas horas que eu quero
  • Não preciso pensar nas roupas para usar.
  • Não preciso ver a cara dos chefes.
  • Não preciso falar com colegas por obrigação.

Basicamente, estes são os confortos que eles abraçaram muito fortemente.

Mas também encontraram isolamento social e profissional, com fadiga digital e, em alguns casos, falta de motivação. Além disso, acrescentamos também outras deficiências que já mencionamos na sua época, como a má adaptação da sua casa como espaço de trabalho (habitação sem possibilidade de área de trabalho privado, velocidade de internet e falta de serviço técnico, mais suprimentos de despesas, possíveis ruídos do vizinho e obras, etc.).

Mas no momento essas desvantagens parecem ter menos peso na balança, veremos com o tempo...

Um estudo da Microsoft sobre o assunto que nos preocupa diz que 50% dos funcionários sentem que têm um excesso de trabalho e que 39% se sentem exaustos digitalmente, gastam uma fatura pelo tempo gasto em reuniões por videoconferência ou conversas em equipe dentro e fora do horário comercial.

Tudo parece vantagens para as empresas, mas elas não se livram de suas deficiências, mesmo que sejam pequenas. Agora, mais do que nunca, como o estudo mostra, eles devem se esforçar para reter talentos. Já que o vínculo dos funcionários com a empresa e as equipes de trabalho está quase acabando. Com isso e tanta mudança, o funcionário está em um ponto onde é fácil para eles encontrar novos projetos ou mudar de emprego.

Por tudo isso chegamos à mesma conclusão; quando as conexões são perdidas é mais difícil gerar e desenvolver ideias, você precisa incentivar a colaboração, e é claro que isso o home office não lhe dá. O coworking em Brasília e o escritório flexível foram criados com essa missão, um lugar para se relacionar, inovar e motivar,e ainda está aqui para resolver esses problemas e ajudar profissionais e empresas de todo o campo. Além disso, o ideal é complementar o modelo híbrido (home ofice /flex office) que veio para ficar.